O menino e as avelãs

Resumo


"O Menino e as Avelãs" é uma fábula curta de Esopo que ilustra as armadilhas da ganância com simplicidade e precisão. Um menino enfia a mão numa jarra de avelãs e agarra um punhado tão grande que fica preso, incapaz de soltar ou retirar o que deseja. Entre lágrimas e frustração, é a voz calma da mãe que revela a saída — não pela força, mas pela moderação. Uma história breve com uma lição que ressoa muito além da infância.


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Um menino recebeu permissão para colocar a mão em uma jarra para pegar algumas avelãs. Mas ele pegou um punhado tão grande que não conseguiu abrir a mão novamente. Lá estava ele, sem vontade de desistir de uma única avelã e, no entanto, incapaz de tirar todas de uma vez. Com vergonha e desapontado, ele começou a chorar.

“Meu filho”, disse a mãe, “satisfaz-te com metade das nozes que possas comer e facilmente tirarás a mão. Então talvez você possa comer mais algumas avelãs em outra ocasião.”


Créditos

Esopo foi um contador de histórias da Grécia Antiga, provavelmente do século VI a.C., cujas fábulas atravessaram milénios e continuam a ser lidas em todo o mundo. As suas histórias, muitas vezes protagonizadas por animais ou situações do quotidiano, encerram lições morais diretas e duradouras. "O Menino e as Avelãs" é uma das raras fábulas de Esopo com uma figura humana central, tornando a sua moral sobre a moderação especialmente imediata e reconhecível.