O Cavalo, o Caçador e o Cervo

Resumo


A fábula O Cavalo, o Caçador e o Cervo, de Esopo, começa quando um Cavalo, consumido pelo desejo de vingança contra um Cervo, aceita a ajuda de um Caçador — sem imaginar o preço que pagará. Para derrotar o inimigo, o Cavalo concorda em aceitar freio, rédeas e sela. A vitória chega, mas quando o Cavalo exige a sua liberdade de volta, o Caçador recusa. A história levanta uma questão inquietante: o que vale mais, a vingança ou a liberdade?


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Uma briga surgiu entre o Cavalo e o Cervo, então o Cavalo procurou um Caçador para pedir sua ajuda para se vingar do Cervo. O Caçador concordou, mas disse: “Se você deseja se vingar do Cervo, deve permitir que eu coloque este pedaço de ferro entre suas mandíbulas, para que eu possa guiá-lo com estas rédeas e permitir que esta sela seja colocada em suas costa para que eu possa me manter firme sobre você enquanto seguimos o inimigo. O Cavalo concordou com as condições, e o Caçador logo o selou e refreou. Então, com a ajuda do Caçador, o Cavalo logo venceu o Cervo e disse ao Caçador: “Agora, saia e tire essas coisas da minha boca e das minhas costas.”

“Não tão rápido, amigo,” disse o Caçador. “Agora tenho você sob controle e esporão, e prefiro mantê-lo como está no momento.”


Créditos

Esopo foi um fabulista da Grécia Antiga, provavelmente do século VI a.C., cujas histórias curtas com animais como protagonistas atravessaram milénios e continuam a ser lidas em todo o mundo. Esta fábula em particular é considerada uma das suas mais diretas advertências sobre os perigos de sacrificar a própria autonomia em nome da rivalidade.