O pavão e a garça

Resumo


A fábula "O Pavão e a Garça", de Esopo, abre com um pavão cheio de vaidade que exibe sua cauda colorida para humilhar uma garça de penas cinzentas. Convicto de sua superioridade, ele espera admiração — mas a garça não se abala. Em vez de responder com palavras, ela abre as asas e voa livre em direção ao sol, deixando o pavão preso entre os pássaros do curral. A história explora o contraste entre aparência e verdadeira liberdade.


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Um pavão, cheio de vaidade, encontrou um dia uma garça e, para impressioná-la, abriu sua linda cauda ao sol.

“Olha”, disse ele. “O que você tem para comparar com isso? Estou vestido com toda a glória do arco-íris, enquanto suas penas são cinzas como pó!”

A Garça abriu suas asas largas e voou em direção ao sol.

“Se puder, siga-me”, disse ela. Mas o Pavão ficou onde estava entre os pássaros do curral, enquanto a Garça voava em liberdade para o céu azul.


Créditos

Esopo foi um fabulista da Grécia Antiga, provavelmente do século VI a.C., cujas histórias com animais atravessaram milénios e continuam a ser lidas em todo o mundo. Esta fábula é um dos seus exemplos mais directos sobre como a vaidade pode cegar alguém para o que realmente importa — e como a verdadeira grandeza muitas vezes não precisa de se anunciar.