O fardo de gravetos

Resumo


"O Fardo de Gravetos" é uma fábula curta de Esopo sobre um pai que tenta, sem sucesso, convencer seus filhos a pararem de brigar. Quando as palavras já não bastam, ele recorre a uma lição simples e poderosa: um fardo de gravetos que nenhum filho consegue quebrar, mas que se desfaz com facilidade quando separado. A tensão entre a teimosia dos filhos e a sabedoria silenciosa do pai torna esta história um retrato direto das consequências da discórdia.


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Certo Pai tinha uma família de Filhos, que viviam brigando entre si. Nenhuma palavra que ele pudesse dizer fazia a menor diferença, então ele procurou em sua mente algum exemplo muito marcante que os fizesse ver que a discórdia os levaria ao infortúnio.

Um dia, quando as brigas estavam muito mais violentas do que de costume e cada um dos Filhos estava de mau humor, ele pediu a um deles que lhe trouxesse um fardo de gravetos. Então, entregando o fardo a cada um de seus filhos, ele disse a eles para tentar quebrá-lo. Mas embora cada um tentasse o seu melhor, nenhum era capaz de fazê-lo.

O Pai então desamarrou o fardo e deu os gravetos para os Filhos quebrarem um a um. Isso eles fizeram com muita facilidade.

“Meus filhos”, disse o Pai, “vocês não veem como é certo que, se vocês concordarem e se ajudarem, será impossível que seus inimigos os prejudiquem? Mas se vocês estiverem divididos entre si, não serão mais fortes do que um único graveto nesse fardo”.



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Créditos

Esopo foi um fabulista da Grécia Antiga, provavelmente do século VI a.C., cujas histórias atravessaram milênios e continuam sendo contadas em todo o mundo. "O Fardo de Gravetos" é uma das suas fábulas mais conhecidas sobre a força da união, tendo inspirado o famoso ditado "a união faz a força". Suas fábulas eram originalmente transmitidas de forma oral antes de serem reunidas em coleções escritas.